- Blog do Ale » 2009 » outubro



Publicado: terça-feira, 27 outubro 2009 Às 15:49

OAAAAMm8_Q2Eub2jXWDaFeZWUf5Usxth75u5x6KRPbEoAtpnYBMet3M5TdMdXje9zvEbBoo0iKUXGsP1o11w8CP3rwEAm1T1UDdZokTpkp4LetlY823X4_6WJrqh“E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (2 Coríntios 12.9,10).

Como identificar um super homem? Será que as circunstâncias podem servir de aferidor para saber se alguém é forte ou fraco?

Tenho notado que os momentos de dificuldades revelam quem é quem.

Foi assim com Christopher Reeve, o ator que interpretou o Super Homem entre 1978 e 1987. Em 1995, após um acidente em uma prova de hipismo ele ficou tetraplégico. Desde então o ator revelou seu verdadeiro lado de super.

Durante os 9 anos que ainda viveu ele mostrou muita garra que falta a muitas pessoas saudáveis. Lutou pelos direitos dos deficientes e também a favor das pesquisas com células tronco.

É hora de pararmos com essa idéia de homem imbatível, hoje em dia se alguém passa por algum problema logo é taxado de estar em pecado ou sendo vítima de obra maligna.

Temos que ter em mente que; “tudo sucede igualmente a todos; o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento” Eclesiastes 9.2.

Será que é difícil parar e analisar que ninguém vive em um mundo paralelo. Estamos inseridos em uma mesma realidade e sujeitos as variáveis deste cenário. A diferença não reside nas ações que sofremos, mas sim nas reações, ou seja, na maneira como nos comportamos perante as demandas da vida.

É interessante que sempre quando surge algum problema o Super Homem procura por uma cabine telefônica para então revelar sua identidade secreta.

Hoje em dia temos muitas cabines telefônicas espalhadas, lugares onde a pessoa entra “sofrendo” e saí um super homem, indestrutível, que “determina” e “faz” com que Deus trabalhe.

Querem voar! Só que com asas próprias que não possuem estrutura suficiente para suportar certas alturas e acabam se tornando vítimas de suas próprias conquistas. Tais pessoas precisam urgentemente experimentar outra espécie de cabine telefônica:

“E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus 7.14).

Não é a toa que a porta que nos leva à vida é estreita. Não é possível atravessar o caminho apertado com nossas capas e músculos, para passar o homem tem que deixar o “super” do lado de fora.

Todo homem precisa passar pela cabine telefônica da Graça, esta faz o caminho contrário daquela cabine do super- homem. Quem passa por ela sente o seu real estado de miséria, nesta cabine nos deparamos com a nossa total depravação. Todo super homem ao passar por ela se torna um mero mortal dependente da graça e misericórdia Divina.

Além disso o novo homem fruto do encontro com a graça, passa o resto da sua vida com um espinho na carne que serve para nos esvaziar no momento em que queremos nos inflar. Esse espinho é uma bendita criptonita, pronta para enfraquecer o nosso velho super homem. Paulo sabe muito bem disso, ele me mesmo afirma que;

“Para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar” (2 Coríntios 12.7).

Vivemos na dependência da Graça de Deus. Ela sim, nos torna super a cada dia. Mas para isso, temos que reconhecer que não somos nada! Deus faz tudo do nada, e até que o homem seja nada, Deus "não pode" fazer nada com ele! (M. L. King)

(Texto gentilmente cedido por Bruno Jardim).

Bjs no coração


2 Comentários


Publicado: segunda-feira, 26 outubro 2009 Às 19:41

Ainda estou vivo tá? rsrsrs..

Estou com algumas atividades que estão tomando muito tempo, mas ao mesmo tempo estou com coisas tremendas para escrever.

Peço que continuem acompanhando meu blog, lendo os posts e comentando.

Mais que isso peço que meu nome seja incluindo em suas orações. Eu sei que Deus te ouve.

O melhor de Deus está por vir.

Bjs no coração


Nenhum Comentário (Deixe Seu Comentário Aqui)


Publicado: quarta-feira, 21 outubro 2009 Às 15:30

escondendo rostoA vida em torno do falso eu gera o desejo compulsivo de apresentar ao público uma imagem perfeita, de modo que todos nos admirem e ninguém nos conheça.

A vida dedicada à sombra é uma vida de pecado. Pequei em minha recusa covarde — por temer ser rejeitado — de pensar, de sentir, de agir, de responder e de viver a partir do meu eu autêntico. Recusamos ser nosso verdadeiro eu até mesmo com Deus — e depois nos perguntamos por que nos falta intimidade com ele.

O ódio pelo impostor é na verdade o ódio de si mesmo. O impostor e eu constituímos uma só pessoa. O desprezo pelo falso eu dá vazão à hostilidade, o que se manifesta como irritabilidade geral — irritação pelas mesmas faltas nos outros que odiamos em nós mesmos. O ódio próprio sempre redunda em alguma forma de comportamento autodestrutivo.

Aceitar a realidade da nossa pecaminosidade significa aceitar o nosso eu autêntico. Judas não conseguiu encarar sua sombra; Pedro conseguiu. Este fez as pazes com o impostor interior; aquele se levantou contra ele. Quando aceitamos a verdade do que realmente somos e a rendemos a Jesus Cristo, somos envoltos em paz, quer nos sintamos em paz, quer não. Quero dizer com isso que a paz que ultrapassa o entendimento não é uma sensação subjetiva de paz; se estamos em Cristo, estamos em paz, mesmo quando não sentimos nenhuma paz.

Jesus revela os verdadeiros sentimentos de Deus em relação a nós. Ao virarmos as páginas dos evangelhos, descobrimos que as pessoas que Jesus lá encontra são você e eu. O entendimento e a compaixão que ele oferece a elas, ele também estende a você e a mim.

Quanto maior o tempo na presença de Jesus, mais você ficará acostumado com sua face e de menos adulação necessitará, porque terá descoberto por si mesmo que ele é suficiente. E, nessa Presença, você se encantará com a descoberta do que significa viver pela graça e não pelo desempenho. (MANNING, Brennan, O impostor que vive em mim.)

Meus comentários:

Na verdade nem há muito o que comentar a respeito.

Sejamos nós mesmos! Vamos parar de fingir que somos quando não somos.

Vamos parar de cantar que amamos, quando sabemos que isso não é real… Vamos parar com essa hipocrisia!

Eu sei que tem um monte de gente que quer descer a língua em mim… Pode descer, mas tenha a dignidade de falar de si mesmo também!

Não aguento mais essa podridão disfarçada de graça e ainda com toques de aparência legítima de santidade. Ahh fala sério.

Vamos parar com essa santidade furada, cobrando das pessoas aquilo que a gente não consegue nem a metade.

E ele lhe disse: Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas.

"E ele lhe disse: Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas. (Lucas 11.46) 

"Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando. (Mateus 23.13) 
 

 Está na Palavra! Vamos deixar de fingimento!

 Subir numa tribuna, púlpito, altar, palco ou sei lá como gostam de chamar para mostrar uma justiça pérfida, fazendo cobranças às pessoas, julgando e condenando como se fôssemos a perfeição em pessoa. Chega gente! Precisamos parar com isso!
 
Ao invés de julgar alguém, julgue a você mesmo! Por mais santo que possa possa se apresentar, há um impostor escondido.
 
A graça basta! Entendamos a profundidade disso!

Bjs no coração

4 Comentários


Publicado: segunda-feira, 19 outubro 2009 Às 14:27

"Um escritor morava numa praia tranqüila . Era o seu refúgio para buscar inspiração e para trabalhar longe da agitação da cidade.

Certo dia, viu um vulto que parecia dançar à beira d'água. Ao chegar perto, reparou que o tal vulto era, na verdade, um menino que jogava estrelas-do-mar de volta para a água.

Intrigado, perguntou ao menino o que ele estava fazendo… Você não vê!? … disse o garoto…  E completou: – Com este calor, as estrelas-do-mar irão morrer na areia.

O escritor ficou espantado e disse: Mas há muitos quilômetros de praia e milhares de estrelas-do-mar aqui espalhadas. Que diferença vai fazer devolver umas dez ou vinte se tantas outras irão morrer? Isto parece não ter sentido.

Aí o menino olhou para o homem, pegou mais uma estrela-do-mar e jogou-a de volta para a água. E disse:
Para esta eu fiz a diferença…

O escritor sentiu como se algo o tivesse atingido lá no fundo da alma. Saiu dali pensativo.  O menino continuou sua tarefa aparentemente inútil.

O escritor por sua vez nem conseguiu dormir naquela noite. Virava de um lado para o outro e quando pegava no sono, via flashs de estrelas do mar sendo lançadas na água.

Pela manhã, lá estava o vulto dançando novamente na praia… Era o menino novamente, fazendo um esforço limitado para salvar algumas daquelas milhares estrelas-do-mar…

Vagarosamente o homem foi chegando; timidamente juntou uma estrela-do-mar e jogou para a água. E em poucos minutos dois vultos dançavam na areia de uma praia tranqüila."

É… todos os dias alguém diz: Estou tentando descobrir o que Deus quer de mim… Estou esperando o momento para Deus me usar… Gastam boa parte de suas vidas tentando saber o que terão de fazer para Deus… E o tempo passa… e nada acontece…

Puxa! Olhe para as estrelas-do-mar (pessoas) que estão morrendo nas praias da vida…

Se você não pode fazer tudo, faça o que puder.

Sirva com amor! Ajude!

Há pessoas que as vezes me perguntam sobre os meus problemas, mas não porque irão me ajudar e sim por mera curiosidade. Confesso.. dispenso curiosos… rsrs

Mas há aqueles que aparecem na nossa vida e não ficam perguntando… Simplesmente se dispõem…

É só você olhar à sua volta e entenderá o que Deus quer da sua vida.

Vejo jovens parados nos cantos esperando para se tornarem os maiores pregadores… Comece pela praia… rsrs

Você poderá não alcançar muitos, mas os que forem alcançados lhe serão eternamente gratos.

Um dia eu disse a Deus que gostaria de impactar multidões… Ele me respondeu: Tá vendo aquela pessoa sentada no cantinho da igreja? Dá uma carona para ela… Intrigado perguntei.. Mas o que isso tem a ver com impactar multidões? Ele respondeu… Pense sobre isso…

Bem, percebi que as multidões que seguiam a Jesus, o seguiam, mas não o seguiam de fato. Estavam indo atrás das bençãos do Senhor e não atrás do Senhor das bençãos. Notei que os registros de encontros e impactos causados em vidas são todos individuais… A Biblia não dá muita ênfase às multidões e sim às vidas…

Ao invés de ficar orando para descobrir o que Deus quer de mim, vou à "praia" e lançarei de volta no mar, aquelas "estrelas-do-mar" que estão sendo ressecadas pelo sol quente, ou seja, vou ajudar as pessoas que estão à minha volta, nas praias da vida, livrando-as do sol quente das tribulações.

Não conseguirei ajudar todas, mas as que eu puder, ajudarei.

Há muitos que classificam os pecados, sem perceberem que o maior pecado é deixar de fazer o bem.

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado."  (Tiago 4.17)

Subir num púlpito ou plataforma ou altar (dê o nome que você quiser) e começar a cantar "Eu te amo meu irmão" e o largar na rua da amargura, sem nada fazer por ele, isso é pecado.

Sinceramente estou cansado dessas palavras ao vento… Gente que prega isso… Canta isso… mas não vive isso…

Quando chego perto dessas pessoas para tentar amá-las, quando não sou confundido com as deformações pessoais delas, sou mal interpretado…

Mas pelo menos, as joguei de volta na água da vida.

Sigo, dançando a coreografia do amor que é servir!

Bjs no coração


3 Comentários


Publicado: sábado, 17 outubro 2009 Às 14:41

Veja quanta coisa errada aprendemos e repassamos sem contestar…

Diz-se:
Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão…
Enquanto o correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.

No popular se diz :
Cor de burro quando foge
O correto é: Corro de burro quando foge!

Outro que no popular todo mundo erra:
Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: Quem tem boca vaia Roma

Outro que todo mundo diz errado:
Quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra
pessoa, se diz: Cuspido e escarrado!
O correto é: Esculpido em Carrara [Carrara é um tipo de mármore]

Mais um famoso…
Quem não tem cão, caça com gato…
O correto é: Quem não tem cão, caça como gato…
Ou seja, sozinho!!!


3 Comentários


Publicado: sábado, 17 outubro 2009 Às 14:39

Uma das figuras que mais me intrigam nas Escrituras é João Batista, o primo excêntrico de Jesus. Quanto mais leio sobre ele, mais me identifico com sua história. Dentre os testemunhos que Jesus dá acerca do último dos profetas da Antiga Aliança, chama-me a atenção aquele em que diz: “João era a lâmpada que ardia e iluminava, e vós escolhestes alegrar-vos por algum tempo com a sua luz” (João 5:35).

Repare num detalhe: Para iluminar, a lâmpada tem que arder!

Havia algo apaixonante em João, que atraia as pessoas, a ponto de elas deixarem o conforto de seus lares para ouvi-lo no deserto, um dos mais inóspitos ambientes da terra.

As pessoas se sentiam atraídas a ele como mosquitos atraídos pela luz.

Jesus disse que somos a luz do mundo. O problema é que queremos iluminar sem arder. Somos uma geração apática, sem fogo, sem paixão. Não me refiro àquela paixão incitada por melodias melosas, mas uma paixão consciente pela verdade e pela possibilidade de transformação do mundo.

Embora João jamais tenha realizado qualquer milagre, Jesus não hesitou considerá-lo o maior expoente dentre os profetas. Maior que o próprio Elias, que fez descer fogo do céu por diversas vezes. Maior que Moisés, o Legislador de Israel, que dentre muitos milagres, fez abrir o Mar Vermelho para que os hebreus escapassem do exército egípcio. Pra Jesus, João não foi apenas o maior dos profetas, mas o maior de todos os homens:

“Em verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista; contudo, o menor no reino dos céus é maior do que ele” (Mt.11:11).

Com João, encerrava-se uma Era. Ele era como “o último dos Moicanos”. Cristo vinha anunciar a Era do Reino de Deus. E o menor dos cidadãos do Seu Reino, poderia ser considerado maior que João.

Ora, somos os cidadãos do Reino de Deus. Por que deveríamos ser considerados maiores que João? Para respondermos a esta pergunta, teremos que compreender melhor a diferença entre as duas alianças, a do Monte Sinai e a do Monte Gólgota.

Paulo diz que Deus “nos fez capazes de ser ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Co.3:6). A letra em questão é uma alusão às tábuas da Lei, recebidas por Moisés no Monte Sinai.

João era ministro da Velha Aliança. Nós somos ministros da Nova Aliança.

A Lei foi chamada de “ministério da morte, gravado com letras em pedras”. De fato, ela veio “em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente” (v.7). Preste atenção neste detalhe: a glória revelada no rosto de Moisés era desvanecente, isto é, fugaz, passageira, que estava destinada a diminuir gradativamente.

Era esta a glória do ministério dos profetas, inclusive de João.

O texto sagrado diz que Moisés, ao descer do Monte, teve que cobrir sua face por causa da glória que nele resplandecia. Muitos acreditam que tal medida foi necessária para que os filhos de Israel pudessem olhar pra ele. Porém Paulo nos revela a verdadeira razão:

“E não somos como Moisés, que punha um véu sobre a sua face para que os filhos de Israel não fitassem o fim daquilo que desvanecia” (v.13).

Moisés percebeu que à medida que descia do Monte, a glória diminuía. O que os filhos de Israel pensariam disso? Para encobrir-lhes tal realidade, o profeta preferiu usar um véu.

Em contraste com essa glória desvanecente, a glória da Nova Aliança é permanente e definitiva (v.11). Por isso, não precisamos cobrir nossa face.

João compreendeu perfeitamente isso, quando disse acerca de Jesus: “Convém que Ele cresça, e eu diminua”. Uma glória se esvai pra que a outra venha em caráter definitivo.

Porém, ambas devem produzir ardor em seus expoentes.

Para iluminarmos, isto é, para resplandecermos a glória de Deus em nossas vidas, nosso coração deve arder como ardia o coração dos discípulos que encontraram Jesus à caminho de Emaús.

Há, entretanto, uma diferença entre o arder da Antiga Aliança, e o arder da Aliança Definitiva.

No primeiro encontro que Moisés teve com Deus no deserto, ele avistou uma sarça que ardia, porém não se consumia (Êx.3:2).

E foi justamente isso que o atraiu à sarça. Quando a glória se foi, a sarça se manteve intacta.

Da mesma maneira, a glória da Antiga Aliança mantinha intacta a natureza humana. Por isso, ela desvanecia. O ego humano não lhe servia de combustível.

Já na Nova Aliança as coisas são bem diferentes. Nosso “eu” não pode ser poupado. Basta olhar para Paulo, que considerava que se “eu” estava crucificado com Cristo. Em 2 Coríntios 12:15, ele diz:

“Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.”

Portanto, a chama que deve arder em nós e nos consumir é o AMOR. E para iluminar os que estiverem à nossa volta, não poderemos nos poupar.

Não há como nos mantermos intactos, enquanto a chama do Espírito arde em nós. Sua glória consome nosso orgulho, nossa prepotência, nossa vaidade, de maneira que já não vivemos mais, mas Cristo vive através de nós (Gl.2:20).

Somos ofuscados pela glória, de forma que quem fitar em nós, em vez de nos ver, verá a glória de Cristo em nós.

Interessante notar que a glória resplandecente no rosto de Moisés foi escondida sob o tecido de um véu. Já a glória que resplandeceu no rosto de Jesus durante a Sua transfiguração, fez com que o tecido que cobria todo o Seu corpo fosse igualmente transfigurado (Mt.17:1-8).

Assim também, a glória colocada em nós deve tocar e “transfigurar” toda a realidade à nossa volta. Isso inclui a cultura, a educação, a ciência, e tudo mais.

Nada escapa do escopo dessa glória.

Embora lá estivessem Elias e Moisés, dois dos maiores ícones da Antiga Aliança, quando os discípulos fitaram seus olhos, a ninguém mais viram, a não ser Jesus. Seus corações ardiam tanto, que Pedro chegou a sugerir que se construíssem ali três tabernáculos. Porém, não se pode circunscrever a glória em alguns metros quadrados, e nem tentar contê-la por um espaço de tempo. A glória da Nova Aliança não pode ser contida por tabernáculos, nem escondida sob véus. Seu destino é encher todo o Cosmos, a fim de transfigurá-lo.

Que esta chama continue ardendo em nós, e nos consumindo, conduzindo-nos de glória em glória, até a manifestação final, o Dia Perfeito.

"A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Pv.4:18).

Os contemporâneos de João escolheram alegrar-se por algum tempo com a sua luz (Jo. 5:35).Nós, porém, fomos escolhidos para nos alegrar eternamente com a Luz do Novo Dia, um dia que jamais terá fim. (Hermes C. Fernandes)

Bjs no coração


Nenhum Comentário (Deixe Seu Comentário Aqui)


Publicado: sexta-feira, 16 outubro 2009 Às 19:16

Estou tentando fazer a diferença. As vezes de tão diferente que tento ser, termino ficando igual. rsrs

Mas vou tentar. Hoje farei uma diferença. Começarei pelo controle dos meus pensamentos. Uma pessoa é produto dos seus pensamentos. Eu quero ter alegria e esperança. Sendo assim terei pensamentos de alegria e esperança.

Me recuso a ser uma vítima das circunstâncias. Não vou permitir inconveniências insignificantes. Não quero saber de negativismo e muito menos fofoca.

Cansei de amigos que não passam de lenda… Quero amigos reais!

O otimismo será meu companheiro e a vitória será a minha marca. É… hoje farei uma diferença.

Serei grato pelas 24 horas que estão diante de mim. O tempo… ah o tempo é uma comodidade preciosa. Eu me recuso a permitir que o pouco tempo que tenho seja contaminado pela autopiedade, ansiedade, ou aborrecimentos.

Vou encarar este dia com a alegria de uma criança e a coragem de um gigante. Beberei cada minuto enquanto ele durar. Quando amanhã vier, o hoje terá ido para sempre. Enquanto o hoje estiver aqui, eu o usarei para tentar amar e contribuir. Servir, ajudar, compreender… É… hoje farei uma diferença.

Não vou permitir que o fracasso habite em mim. Ainda que a minha vida esteja cheia de erros (e como tem), me recuso a resolver através do amontoado de fracassos.

Admito meus erros. Os corrigirei. Vou continuar, apesar das dificuldades. Vou seguir em frente vitoriosamente. Nenhuma derrota é fatal.

É aceitável tropeçar… Eu me levanto… É aceitável cair… Eu me levanto novamente. É… hoje farei uma diferença.

Vou gastar meu tempo com quem eu amo. Com quem me ama.

Uma pessoa pode possuir o mundo, mas ser pobre pela falta de amor. Uma pessoa pode não ter nada e ainda ter grandes riquezas de relacionamentos. Amigos fiéis… poucos, mas fiéis… Gente que come sal com a gente…

Vou gastar meus minutos para viver e sobreviver.

Sinceramente não é fácil.

Mas vou tentar… Se isso tudo que falei for um desabafo… pronto… desabafei.

Bjs no coração


Nenhum Comentário (Deixe Seu Comentário Aqui)


Publicado: quinta-feira, 15 outubro 2009 Às 14:12

Li essa história:

"O Vaso de porcelana

O grande mestre e o guardião dividiam a administração de um mosteiro.

Certo dia, o guardião morreu e foi preciso substituí-lo. O grande mestre reuniu todos os discípulos para escolher quem teria a honra de trabalhar diretamente ao seu lado.

-Vou apresentar-lhes um problema – disse o grande mestre.

-Aquele que o resolver primeiro será o novo guardião do templo.

Terminado o seu curtíssimo discurso, colocou um banquinho no centro da sala. Em cima estava um vaso de porcelana caríssimo, com uma rosa vermelha a enfeitá-lo.

-Eis o problema – disse o grande mestre.

Os discípulos contemplavam, perplexos, o que viam: os desenhos sofisticados e raros da porcelana, o frescor e a elegância da flor. O que representava aquilo? O que fazer? Qual seria o enigma? Depois de alguns minutos, um dos discípulos levantou-se, olhou o mestre e os alunos à sua volta. Depois, caminhou resolutamente até o vaso e atirou-o no chão, destruindo-o.

-Você é o novo guardião – disse o grande mestre ao aluno.

Assim que ele voltou ao seu lugar, explicou:

-Eu fui bem claro: disse que vocês estavam diante de um problema. Não importa quão belo e fascinante o problema seja; ele tem de ser eliminado.

Um problema é um problema; pode ser um vaso de porcelana muito raro, um lindo amor que já não faz mais sentido, um caminho que precisa ser abandonado, mas que insistimos em percorrê-lo porque nos traz conforto. Só existe uma maneira de lidar com um problema: atacando-o de frente. Nessas horas, não se pode ter piedade nem ser tentado pelo lado fascinante que qualquer conflito carrega consigo."

Meu comentário:

Nem sempre aquilo que parece ser agradável realmente é… O maior erro que cometo em minha vida é avaliar uma situação por seu aspecto e não por seu conteúdo.

Não sei se a história acima é verídica, onde ocorreu ou se ocorreu… Só sei que é bem interessante.

Aprendamos a olhar o problema e enfrentá-lo. Chega de gente covarde! Gente que só fala pelas costas. Nunca tem coragem para encarar. Gente sórdida que vive de momentos…

Vira e mexe recebo telefonemas e recebo emails de fariseus "pedindo perdão" por qualquer coisa que tenham me feito… e quando eu penso que estão arrependidos mesmo, vem a bomba… O cara me ligou porque ouviu algo que confrontou sua personalidade decaída. Aí para se manter um "bom fariseu" ele faz a lição de casa…

Para Deus, o arrependimento precisa vir do coração e não do conceito moral ou ético.

Chega dessa estupidez disfarçada de espiritualidade que não passa de mais um golpe farisaico e estúpido de gente inescrupulosa que não enxerga um palmo diante do nariz.

Se o problema está à sua frente, não importa a aparência dele. Enfrente-o!

Na força do Senhor você logrará exito, desde que você reconheça a grandeza Dele e a sua pequenez.

Bjs. no coração


3 Comentários


Publicado: quinta-feira, 15 outubro 2009 Às 13:54


Nenhum Comentário (Deixe Seu Comentário Aqui)


Publicado: terça-feira, 13 outubro 2009 Às 13:26

Leia essa história:

"Um dia um homem esperava um ônibus.

Enquanto subia, escorregou na escada e um de seus sapatos saiu do pé e caiu para o lado de fora.

A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.

O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.

Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou:

- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?

O homem prontamente respondeu:

- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los.

Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.

O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possui-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.

Perdemos coisas o tempo todo.

A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.

Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros."

O homem simplesmente preferiu andar descalço a andar apenas com um pé do sapato…

As vezes perdemos coisas e achamos que aquilo é o fim… Mas precisamos aprender que muitas perdas nossas podem redundar em bençãos para alguém… Muitos "finais" para nós podem significar "grandes começos" para outros…

Viva o dia de hoje apenas… Se perder um pé do seu sapato… Abandone o outro… Seguramente amanhã um sapato novo será colocado em seus pés.

Bjs no coração


5 Comentários